Dizem por aí que a identidade se constrói, que nascemos da carne e do sangue sem identidade e que a construímos ou deixamos que a construam. Possuímos informações genéticas que, combinadas com o meio em que crescemos e com as oportunidades, formarão nossa personalidade e, consequentemente, nossa identidade.
Pensando que isso é algo que está muito na moda, falar sobre a construção da identidade, da perda da identidade, da identidade da pós-modernidade, da falta de identidade e assim por diante, o que me chamou a atenção nessa meditação foi descobrir ou atestar que, na realidade, não se constrói, não se rouba ou não se perde a identidade, se alguém é nascido de novo, ou seja, se alguém é convicto de que pela fé foi feito filho de Deus.
Quando optamos por crer no sacrifício de Cristo e nos tornamos Filhos de Deus, gerados pelo Espírito, adquirimos nossa verdadeira identidade, isto é, passamos a possuir a identidade de Cristo e essa, ninguém pode nos roubar, porque quem a constrói é o Pai da Eternidade!
Como, hoje, estou completando mais um ano de vida, sendo que, em Cristo, já vivi mais tempo do que sem Ele, então, aproveito a oportunidade para dizer com convicção: sei quem eu sou e aquilo que mais interessa para mim é o que o Pai pensa a meu respeito, é o que o Filho diz sobre mim e o tanto que Espírito Santo me consola!
Concordo, mas é muito bom quando mais alguém, além de Deus, demonstra que gosta do jeito que somos, que nos aprova. Acho que no seu caso, especialmente no seu aniversário, pelo que te conheço, esse é um dia de reflexão, você pode se considerar uma pessoa que tem seguidores, sejam eles familiares e/ou amigos. Esse sentimento também é gostoso, não é? Mesmo que não precisemos dele para nos sentirmos aceitos.
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